Os grupos são definidos em função do comportamento na 1.ª volta. Para cada grupo, escolhe-se (i) a percentagem que participa na 2.ª volta; e (ii) entre os que votam, a divisão do voto válido entre os dois candidatos. O cenário base parte de três suposições: 1) todos os eleitores que votaram num dos dois candidatos que passaram à segunda votam de novo no mesmo candidato na segunda volta; 2) os eleitores que votaram candidato que não passou à segunda volta participam todos e dividem-se ao meio; e 3) nenhum dos eleitores que se abstiveram, votaram em branco ou votaram nulo na primeira volta participa na segunda volta. Este cenário de partida é claramente implausível: por exemplo, é de esperar que boa parte dos eleitores que votaram em candidatos à esquerda de António José Seguro agora lhe confiem o seu voto. Contudo, este cenário base serve como ponto de partida a partir do qual se devem editar as percentagens de (i) participação e (ii) divisão de apoios a António José Seguro e André Ventura.
Os valores da participação dizem respeito aos totais globais, e não aos verificados exclusivamente em território nacional. Votaram 52,4% do total de inscritos (incluindo recenseados no estrangeiro), e 61,5% dos recenseados em território nacional. E, para simplificar, assume-se que quem vota na 2.ª volta escolhe mesmo um dos dois -- votos em branco e nulos não são tomados em conta na simulação. O objetivo desta página é permitir explorar cenários e não prever resultados.
Créditos: João Cancela (NOVA FCSH), com o apoio do ChatGPT 5.2. Bugs e sugestões devem ser reportados para joaocancela@fcsh.unl.pt ou @joaoc no twitter.
Cronologia: 20 de Janeiro de 2026: Versão inicial com o cálculo de percentagem de votos total; 24 de Janeiro de 2026: adicionados resultados absolutos previstos (número de votos) e resultados por por concelho.